Z•E•N
Se você já sentiu um amargo na boca e uma dor no peito ao ouvir “Something in the Way”, do Nirvana, saiba que não está sozinho e que a ciência comprova essa sensação.
Um estudo conduzido pela especialista em música Analiese Micallef Grimaud, em parceria com a empresa HappyOrNot, avaliou quais músicas são as mais felizes e mais tristes de todos os tempos.
Para surpresa de zero pessoas, a faixa lançada em 1991 no álbum ‘Nevermind’ liderou o ranking da melancolia.
Timbre soturno
A pesquisa – destacada esta semana pelo site AmericanSongwtriter.Com – levou em conta fatores como ritmo, dinâmica, tom, modo e timbre, e concluiu que músicas com ritmo lento, dinâmica suave e timbre escuro transmitem mais tristeza – características que se encaixam perfeitamente no clássico assinado por Kurt Cobain.
O tom melancólico e soturno da música é o fio condutor e o tema central do filme The Batman (2022), produção estrelada por Robert Pattinson e dirigida por Matt Reeves .
Outras faixas que entraram no ranking das mais tristes incluem “Everybody Hurts” (R.E.M.), “Tears in Heaven” (Eric Clapton), “Nutshell” (Alice in Chains) e “Black” (Pearl Jam).
Felicidade e alegria
Por outro lado, a música mais feliz de todos os tempos, segundo o estudo, é “Happy”, de Pharrell Williams.
O hit de 2013 se destacou pelo ritmo acelerado, tom alto e dinâmica intensa, fatores que ajudam a transmitir alegria.
A lista de músicas felizes ainda inclui “Hey Ya” (Outkast), o eterno sucesso dançante dos anos 80 “Girls Just Wanna Have Fun” (Cyndi Lauper), o clássico “Don’t Stop Me Now” (Queen) e “Feeling Good” (Nina Simone).
*Rádio Rock